Conclusão.

É...
Talvez eu tenha uma conclusão sobre tudo. Talvez não.
Talvez eu saiba desde o início...
Talvez os sinais tenham sido ignorados.
Talvez não tenha tido sinais. Deve ter sido invenção da minha própria loucura.
Talvez tudo seja uma ilusão. Como em Matrix. Bala azul ou vermelha? Não sei qual comi...
Talvez nada tenha resposta. Era para ter?
Talvez isso não seja amor. Ou o amor é assim, algo complexo, doído e ao mesmo tempo terno.
Talvez esteja no caminho errado. E dele faça o que é certo.
Talvez...
Talvez, não exista talvez.

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Eu sou assim. Um pouco de tudo, solta no mundo, sem molde definido. Tenho algumas convicções, mas nada eterno. Gênio forte, às vezes muito impositiva. Sou um paradoxo de mim mesma. Frágil, mas forte. Séria, mas palhaça. Mulher, mas menina. A única coisa que quero nesta vida é paz. Paz de consciência, paz de espírito. Paz e tranquilidade com a convicção de que fiz o que havia de ser feito. Amo a lua. Sou virginiana, mas acredite, meu signo me contradiz. Hoje, antes de tudo, sou mãe. E, esta é a melhor opção que fiz pra mim. E pra eles. Amo chocolate. Meu Deus está num pote de sorvete de maracujá. Não tenho mais segredo. Só alguns medos. Muitos sonhos.

Sobre este blog

Escrevo porque descobri que gosto. Gosto de brincar com as letras, palavras e idéias. Escrevo porque me descubro. Escrevo sem compromisso. Nem preocupação. Só por escrever. Escrevo de uma vez. Não tem correção. Desta forma, mantenho a autenticidade. Então, se você achar algum erro, perdoe-me, não há como corrigir. Um texto já pronto não pode ser reescrito, perde o sentido. Então escrevo...